Tribal

Grupo da disciplina de Sociedade, Cultura e Tecnologia

Cibercultura

Para introduzir o assunto apresento a vocês o conceito de cibercultura, que segunda a wiki, refere-se a:

“O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática”

A sociedade do espetáculo, dominada pelos meios de comunicação de massa, televisão, rádio, cinema, prepara o solo para a sociedade da simulação. Esta é caracterizada pelos ícones da modernidade (apropriação de conteúdo digital, colagem digitais, hackers, etc.). A conclusão de Lemos traz uma certa perspectiva futurista do que virá a ser a sociedade da simulação daqui a algum tempo, já que a sociedade da simulação cria uma nova realidade que propicia um pseudo-gozo por meio da vida digital que se cria. Inúmeros exemplos podem ser citados de manifestações “ficcionais” que tentam mostrar pedaços da trama sobre o efeito que a simulação pode causar em nós, dentre eles o grande exponencial, sem dúvida, é o filme Matrix.

A cibercultura traz consigo também diversas características em relação ao modo de vida das pessoas. O efeito da simulação e a visão da internet como uma terra sem lei, um ambiente semi-real, provoca nas pessoas a incorporação de personas, seres que elas são na internet, mas que não estão presentes na vida real. Esse ambiente também traz novos conceitos como o de “baixado, não é roubado”. Transformando-se esse ambiente em rede em uma semi-realidade (realidade digital) simulada, caracterizando-a de fato como um “teatro de Dionísio”, uma vez que a sociedade do espetáculo pode ser interpretada como “o paraíso de Apolo”. A comparação da internet com um “teatro dionisíaco” vem do fato das pessoas estarem simulando todo o tempo, não vendo esse ambiente como realidade.

O fato da ausência de conseqüências faz com que alguns conceitos sequer existam no âmbito virtual, como exemplo disso pode-se citar a imensa apropriação de conteúdo que existe na internet e que não tem conseqüências para a vida real, excetuando-se casos bem pontuais, excluindo assim, de certa forma, os conceitos de roubo ou de plágio.

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